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20 de outubro de 2011

POESIA AO VENTO 21/10/2011 - SESC PIRACICABA


José Ribamar FERREIRA GULLAR
S. Luis do Maranhão – 30/09/1930

Nasceu em S Luis do Maranhão e ali cumpriu seus cursos primário e secundário, exercendo também o jornalismo e rádio. Lá publicou também seu primeiro livro de poemas em 1949 – Um pouco acima do chão. Todo parnasiano.
Vem para o Rio de Janeiro e trabalhou em jornal, no ensino público e doi crítico de arte no entrecho. Em 1954 publicou outro livro de poemas – A Luta corporal. Foi para Brasília exercer a função de diretor do Fundo Cultural do Ministério da Educação. Tornou ao Rio e na UNE integrou-se no Centro de Cultura Popular. Com a Revolução de 64 foi exilado para Paris e posteriormente para Buenos Aires, onde compôs seu Poema Sujo, só editado no Brasil em 1976.
Dedicou-se desde seu retorno ao Brasil a adaptação de obras literárias e representações na TV e retornou a exercer a função de crítico de arte em jornais e revistas. E continua nessa atividade até hoje.

Obras do Autor – Um pouco acima do chão (49), Luta Corporal (54), Poemas Neo-Concretistas (58), João Boa-Noite (cordel 62), Quem matou Aparecida (cordel 62), Norte Veloz (75), Uma Luz no chão (78). Publicou Ensaios, crônicas, Biografia, Teatro.

Obras sobre: Afrânio Coutinho – História da Literatura Brasileira; Otto M Carpeaux – Bibliografia Crítica Brasileira; Fábio Lucas – Jorge de Lima e Ferreira Gullar.

Por Irineu Volpato.

17 de outubro de 2011

MOTEMAS DO LIVRO "NEU"



Motemas do Livro "Neu" com ilustrações de Douglas Simões

Irineu Volpato

10 de outubro de 2011

SAIU NA TRIBUNA DE PIRACICABA

clique para zoom

Nossos agradecimentos à Ivana Negri, e Blog do Golp pela publicação

25 de setembro de 2011

NOITE DE AUTÓGRAFOS DO LIVRO "NEU" 23/09/2011 - NO SESC PIRACICABA



Capa em Chocolate do Livro Neu
Foto Ivana Negri





Poetisas Carmen e Silvia

Poetisas em papo animado



O autor autografando seus livros




Falando para os presentes

Clarinha, aguardando a degustação do chocolate


Irineu agradecendo a presença de todos

Athayde comentando sobre o Livro e o autor


Cecília - artista plástica que esculturou a capa de chocolate do livro Neu
que foi degustada pelos presentes

Esio elogiando o autor e seu livro

Madalena, Carmen, Esio e Ana


Ivana, Carmen e Maria Cecília Fessel

Célio Quadros e Maria Helena Brunelli 

amigos e convidados adquirindo o seu exemplar do "Neu"



Shirley, Antonia, Carla e Leroy, recebendo o autógrafo do Autor Irineu

Leroy e Carla Ceres

Maria Helena Corazza e Abrahão

Degustando a capa do livro em delicioso chocolate

19 de setembro de 2011

LANÇAMENTO DE LIVRO DO POETA E ESCRITOR IRINEU VOLPATO


Se você nada tem que fazer no dia 23 de setembro (numa) sexta) às 19 horas no SESC Piracicaba, eu vou lançar um novo livro - NEU - com capa esculturada em chocolate pela artista plástica Cecília Vertamatti (e que será degustada no evento), dê um jeitinho - apareça.

Irineu Volpato

8 de setembro de 2011

HORIZONTE VIAJAVA....

Foto de Irineu Volpato

Horizonte viajava campina
destoados de datas meus olhos
Azul céu a fugir nuvens largo
em confins reclamava infinito

Escobrir-me eu catava por sombras
a desléu infantil que esquecera
quietidão enroscava-se em mim
vento-seda melava-me têmporas

De meus olhos escorriam retalhos
por fantasmas mentidos ensimesmos
-eu menino a exportar-me macega

trefegado a correr por voar
que pudesse alcançar sombra-sonho
e dois ambos devir ressomar


Irineu Volpato

29 de agosto de 2011

É BOM TREINAR LIDAR....

Foto de Irineu Volpato

é bom treinar lidar inquietações

de quando elas chegarem

não doer se arranharem

 
Irineu Volpato


13 de agosto de 2011

VAI A NOITE MORRENDO...

Foto de IrineuVolpato

Vai a noite morrendo. Madrugada.
Cantam ao longe galos nos poleiros,
a cidade desperta nos outeiros
e álacre pipila a passarada.

Ao longe nas colinas, compasssada
sobe a aurora cuspida de luzeiros,
a compasso dos bandos cantarreiros
a ritmo dos sinos da alvorada.

As árvores debruçam-se em espelho
das barrentas águas do Rio Pardo.
Borra-se madrugada de vermelho.

Quando as últimas gotas pelos cardos
tombam em convulsões de orgia e festa
a São José desperta lenta e lesta.


Irineu Volpato

Motemas Neu Volpato

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Motemas

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